Cena de Bonequinha de luxo (1961): há sempre o que te faz esperar do outro lado da vitrine
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E eu ainda te amo. E eu ainda te espero. E eu ainda te quero. E eu ainda te sinto. Ainda aqui é como quase sempre. Pelo quase nunca que não te traz. E eu ainda só. Tão só. Não só sem ninguém. Sim só sem alguém. Aquele alguém você. Você que tanto bem me fez. Mais senti do que me fez. Desfez. Fiquei, a esperar. Então, espero. Dizem que quem espera sempre alcança. Alcança ou cansa. Ainda há tempo, para se descobrir. E, se eu puder escolher, alcanço, pois nunca me canso de te esperar.(Maria Rita)


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